Icasa, Portuguesa, Série A e a CBF

Publicado em 18/04/2014

confusão

No embróglio que envolve o Brasileirão 2014, quatro elementos se destacam:

A Portuguesa, que briga para permanecer na elite após o rebaixamento no tapetão.

O Icasa, que sonha com a série “A”, baseado num erro da CBF (deu condição legal à um jogador irregular).

A própria Confederação Brasileira de Futebol.

E o Judiciário do nosso país.

Esgotadas todas as possibilidades na Justiça Esportiva, os clubes foram pra Comum.

A Lusa, num perde e ganha de liminares, venceu a última batalha e jura que não estreia na segundona.

A CBF vai ter que se virar pra cassar mais uma liminar, em meio ao feriado de Páscoa.

O Verdão do Cariri viu sua liminar favorável cair na calada da noite.

Mesmo com plantão de seus advogados na porta do Fórum no Rio de Janeiro.

E o clube de Juazeiro promete seguir brigando por seus direitos.

Fato é que o quarto elemento, o Judiciário brasileiro, é que brilha.

Veste a camisa 10 e decide o jogo para um lado e para outro.

E tem sido aos 45 do segundo tempo, por pura estratégia dos advogados.

Assim, o adversário fica sem ter como reagir.

Não resta tempo para um contra-ataque.

E quem leva o último golpe fica acuado, no canto.

Pelo menos até o próximo jogo, onde leis, interpretações e interesses entram em campo..

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