Icasa, Ceará e Fortaleza – o futebol cearense

Publicado em 02/09/2013

escudo-icasaescudo Cearaescudo Fortaleza

 

 

 

 

O Icasa vai muito bem, obrigado, na Série B do Brasileiro.

Em oitavo, o Verdão embalou com Sidney Moraes.

Técnico jovem, conhecedor de futebol.

E que tem duas importantes características:

Convicção das decisões que toma e humildade para mudá-las depois.

Mexeu e viu que está errado, desfaz.

E assim, encaixa um time desacreditado e empolga.

Baixo orçamento, mas alto investimento em ‘pessoal’.

Sim, material humano diferenciado.

Do tipo ‘bom e barato’, mas que agrega.

Como foi com Geraldo.

Três anos mais velho que o técnico do time.

Mas que corre feito menino e exerce uma liderança ímpar.

 

O Ceará vive uma novela.

Digna do horário nobre.

Quando você acha que vai ter final feliz, a coisa desanda.

Aí você fecha os olhos e torce o nariz pro pior.

Mas, a história muda de novo.

E você consegue respirar fundo antes do próximo capítulo.

Sério, não dá pra entender.

E o torcedor nem quer entender nada.

Quer ver o time ‘encaixar’ e deslanchar.

Contra o Palmeiras mostrou força e fraqueza.

Força nas arquibancadas e fraqueza no banco.

Os desfalques escancararam a resumida qualidade do grupo,

distribuída em peças que não vão de 1 a 11.

Aí quando alguém se machuca ou é suspenso, lascou!

 

E no Fortaleza, um roteiro totalmente diferente do ano passado.

Um time menos compacto, mas menos previsível também.

Um dia faz chover, no outro vive uma seca.

Em um tempo apaga e no outro se enche de luz.

E o mais interessante é que não está sozinho nessa.

Quase todos no grupo A da Série C, vivem o mesmo drama.

E a tabela de classificação está aí pra não me deixar mentir.

São nove times brigando por apenas quatro vagas.

E duas coisas vão definir o futuro de cada um agora:

O fator campo, onde a torcida vai empurrar ou cobrar cada time.

E os confrontos diretos, que serão comuns na reta final.

O importante será passar de fase.

Em primeiro ou em quarto lugar, não importa.

Porque depois é mata-mata e 2012 ensinou que a história é outra.

 .

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