Carta aberta ao destino – Chicão

Publicado em 28/02/2014

Chicão Ferroviário

Vai, destino.

Fresque com a gente mesmo.

Fresque com o futebol.

Quer frescar, fresque.

Mas não precisava ter frescado muito, não.

E deixado todos abobalhados com a sua crueldade.

Sim, crueldade!

Por que qual outra definição o senhor quer?

Destino mala, chinelinho, chato.

Destino manhoso, que cala, a todo um estado.

O senhor sabia que todo mundo gostava do Chicão?

Eram quase 29 anos de amor ao Ferrão.

Precisava levar o Supervisor do clube logo agora?

Imediatamente ao rebaixamento Coral?

Sem coração!

Se aproveitou de uma doença respiratória pra derrubar um ícone.

Um ídolo de quem leva o futebol a sério.

Na vida não há segunda divisão, senhor destino.

E não existe tapetão, infelizmente.

Porque se a gente pudesse… Ah, se a gente pudesse…

Ia ter fila no S T J D da vida real, o Superior Tribunal de Justiça Divina.

Onde torcedores do Ferroviário puxariam a fila de tricolores, alvinegros entre outros.

Todos portando recurso para impedir o senhor, destino, de levar Francisco Pereira dos Santos.

O querido Chicão.

 

 

 

 

 

 

 

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